Tivemos que cancelar as pernas futuras, pois não conseguimos nenhuma janela de tempo favorável para nos livrarmos do NE que persegue Vitória.
Com isso o convés que tinha acabado de ser pintado, ficou manchado com a névoa de minério de ferro do Porto de Tubarão.
Mas felizmente saimos!!!
Saímos em 3 veleiros diretamente até Caravelas.
Foi uma travessia muito chata, devido as ondas completamente desencontradas. Todos os comandantes disseram que nunca haviam pego condições tão chatas.
O mar não estava muito alto, o vento estava confortável, mas as ondas não permitiam que dormissemos a bordo. Felizmente foram menos de 30 horas de velejada.
Antes de chegarmos em Caravelas, tomamos um belo susto: nosso banco de bateria cedeu e caiu em cima dos cabos de aço que comandam o leme. Resultado do mar que pegamos.
Tivemos que baixar todas as velas, ficarmos em capa e fazermos o reparo. Felizmente possuímos todos os materias necessários para nos safarmos de quaisquer problemas do mar.
Depois de solucionarmos, temporariamente, o problema. Voltamos a navegar até Caravelas, que possui um canal muito bem balizado e dragado. A entrada é sempre tensa, pois caso pergamos o canal a possibilidade de encalhe é eminente.
Entramos com a maré vazando, e com ventos favoráveis. Foi tudo tranquilo.
Quando chegamos em Caravelas, finalmente pudemos descansar e dormirmos num local seguro e confortável. Com um ar puro e respirável!




















