A
Expedição Mistralis – Aquecimento Global e Mudanças Climáticas
surge em função da necessidade de se conscientizar
pessoas sobre as mudanças climáticas, do aquecimento global e do
descaso geral com o meio ambiente que o nosso Planeta vem sofrendo.
Dados do último boletim do Intergovernmental Panel on Climate Change
(IPCC) comprovam a intensificação do aquecimento do Planeta e
mostram que a culpa é do homem.

O Brasil não está preparado para as transformações que uma pequena
mudança no clima causará em seu ecossistema, desestabilizando a
agricultura e a vida humana, principalmente no litoral. Ameaçando a
moradia de milhares de pessoas e compromentendo a existência de
algumas pequenas comunidades.
O principal objetivo das
Expedições Mistralis
é conscientizar alunos de escolas do Ensino Fundamental e Médio,
comunidades ribeirinhas, costeiras, pesqueiras e rurais sobre a
importância da preservação e manutenção do meio ambiente.
Uma ligação entre o ecoturismo e a preservação ambiental se faz
necessária para promover o desenvolvimento sustentável e a melhoria
da qualidade de vida das comunidades.
O veleiro Mistralis tem uma equipe multidisciplinar responsável por
realizar trabalhos de educação ambiental, pesquisas científicas,
documentários sobre os efeitos do aquecimento global, das mudanças
climáticas e da realidade local por todo o percurso da
Expedição.
Serão realizadas atividades em 11 comunidades, escolhidas devido aos
problemas ecológicos que acontecem no seu entorno ambiental, aos
problemas relacionados ao aquecimento global e a necessidade de
educação dos moradores locais. Mais de 2 mil pessoas participarão
das palestras, oficinas, mutirões, dinâmicas de grupo e teatros ao
ar livre.
A
Expedição Mistralis pretende desenvolver todos esses trabalhos
citados até se firmarem os projetos de desenvolvimento sustentável nas
comunidades assistidas.
2 – JUSTIFICATIVA DA EXPEDIÇÃO
O aquecimento global, natural e
intensificado pela atividade antrópica, é um problema que já
despertou a atenção de toda a sociedade e sua dimensão política
constitui-se em um dos mais conflituosos pontos de discussão da
última década. É preciso que a sociedade civil e as empresas se
conscientizem de que o aquecimento global é uma realidade que
afetará toda a sociedade diretamente, e além de exigir de seus
governantes as ações necessárias no âmbito político, devem também
participar e colaborar de ações que diminuam estes efeitos.

Segundo o Programa de Geologia e Geofísica Marinha
(PGGM), 50% da população brasileira habita o litoral, ficando
diretamente vulnerável ao já previsto aumento do nível dos oceanos.
Essa parte da população encontra-se completamente despreparada para
os efeitos do aquecimento global e da elevação do nível do mar. A
Expedição Mistralis levará informações pertinentes à realidade de
cada região que será assistida, enfocando a elevação do nível dos
mares, a erosão costeira crescente no nordeste e no norte, as
ressacas mais freqüentes no sul e sudeste, a elevação da temperatura
tanto atmosférica quanto dos oceanos, entre outras informações que
são pertinentes ao dia-a-dia de todas as pessoas das comunidades por
onde a Expedição passará.
Vários problemas ambientais assolam o Planeta, tais
como:
-
Crescentes emissões de CO2
-
Aquecimento global
-
Derretimento das calotas polares
-
Mudanças climáticas
-
Elevação do nível médio dos mares
-
Aumento de doenças endêmicas
-
Desertificação
-
Poluição dos rios e dos lençóis freáticos
-
Descaso geral com o meio ambiente
-
Aumento excessivo do lixo
-
Falta de água potável

Além desses problemas globais, o Brasil tem os seus próprios
problemas ao longo da costa, tais como:
-
Escassez
do pescado (pesca de bomba, pesca na época do defeso, pesca por
arrastão, cercados, currais, etc).
-
Aumento excessivo do lixo nas praias e manguezais
-
Destruição de manguezais por aterros;
-
Carcinicultura [criação em represas de camarão
(destruindo manguezais e poluindo rios)]
-
Turismo mal aproveitado e predatório
-
Erosão costeira
-
O aumento do nível dos mares e as mudanças
climáticas
-
Poluição e escassez de fontes de água potável
A educação ambiental que a Equipe Mistralis levará
às comunidades possibilitará que os cidadãos saiam de um estado
passivo, conduzindo-os a partilhar a responsabilidade na gestão dos
interesses da coletividade de forma ativa.
A Equipe deixará em cada comunidade uma pessoa
treinada e responsável pelo desenvolvimento das atividades de
preservação do meio ambiente iniciada nas regiões assistidas. A
Equipe formará agentes ambientais, fornecendo o material necessário
para a disseminação do processo de educação ambiental. Tais agentes
serão monitorados, mesmo quando a Equipe não estiver presente, seja
por telefone e ou por e-mail, através do secretário de educação, do
diretor da escola ou do líder da comunidade.
As
pesquisas científicas da Expedição, relativas ao aquecimento global
da costa brasileira, pretendem contribuir com os parcos dados dos
pesquisadores através de relatórios feitos junto às comunidades, com
a coleta de material através dos mergulhos e com a captação de fotos
e imagens da costa por onde a Expedição passará.
Outra forma de contribuição com a
educação ambiental e com as pesquisas científicas são os
documentários que têm um papel importante de registro atual da
situação de cada região estudada.
3 – OBJETIVOS GERAIS
-
OBJETIVOS SOCIAIS
1.1.
Promover a conscientização ecológica através
de atividades de educação ambiental, que serão desenvolvidas junto
às comunidades costeiras, ribeirinhas, pesqueiras, rurais e em
escolas do ensino Fundamental e Médio no litoral do Brasil, do Rio
de Janeiro até a Bahia;
1.2.
Capacitar 11 agentes ambientais (um em cada
comunidade) que irão continuar o projeto de desenvolvimento
autosustentável de nossas atividades;
1.3.
Promover o desenvolvimento sustentável através do
ecoturismo saudável e sustentável nas comunidades, aproveitando o
entorno ecológico e cultural de cada região;
1.4.
Melhorar a qualidade de vida das pessoas que moram
nas comunidades assistidas através de visitas e palestras da médica
de bordo. Que levará cuidados básicos de saúde e higiene às pessoas
das comunidades ribeirinhas, pesqueiras, costeiras e rurais.
2.
PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS
- Promover uma série de documentários sobre a realidade dos locais
que serão visitados, enfatizando a questão do aquecimento global,
das mudanças climáticas e focalizando-o na realidade das regiões
visitadas. Divulgar-se-á mensalmente os documentários, ainda
enquanto a Expedição estiver no mar, de forma a sensibilizar
as pessoas do trabalho que estará sendo realizado e mostras as
outras comunidades a importância na participação de nossas
atividades.
4 – OBJETIVOS SOCIAIS
•
Proporcionar, por meio de atividades
educacionais, uma mudança de comportamentos e hábitos relacionados à
preservação do meio ambiente.
• Despertar valores éticos
importantes na formação da cidadania, como a sensibilidade e o amor
pela natureza, conservação do patrimônio biológico e cultural, senso
de responsabilidade na preservação do meio ambiente e solidariedade
com todas as manifestações da vida que integram o espaço ambiental.

Murais sobre a vida na Terra
• Viabilizar critérios e parâmetros éticos que contribuam para uma
consciência ecológica mais integradora e condizente com a situação
social em que vivem essas populações.
• Ampliar o nível de conhecimento sobre os grandes problemas
ambientais internacionais, nacionais e regionais, a fim de
apresentar alternativas e soluções para preservação ambiental.

Aula prática no manguezal
• Promover melhorias na qualidade de vida e oferecer uma formação
ambiental mais integrada.
• Demonstrar a responsabilidade que cada indivíduo tem para com a
preservação do meio ambiente.

Sala de aula
•
Desenvolver atitudes de respeito para com o meio ambiente.
• Possibilitar acesso a questões ambientais pertinentes às
comunidades atendidas, além de possibilitar uma visão geral da
necessidade urgente da preservação ambiental.

Palestra espontânea em Tremembé
•
Formar, por meio de
dinâmicas de grupos e acompanhamento à distância, líderes
responsáveis pela preservação e conseqüente melhoria da comunidade
em que vivem. Essa será a forma de promovermos o desenvolvimento
sustentável de nosso projeto.

Dinâmica de grupo - A Teia da Vida
• Demonstrar a importância do trabalho em equipe e da formação de
líderes para a preservação do ecossistema.

Formação de líderes
• Estimular as comunidades a desenvolver ações e projetos em prol do
desenvolvimento sustentável, bem como estimular as comunidades para
combaterem a pesca predatória, o lixo, o turismo desorganizado, além
dos problemas específicos de cada uma das comunidade.

Cartazes a fim de evitar o pesca predatória e
o lixo excessivo criado pelo turismo desorganizado
• Minimizar o impacto da sucata produzida. Reutilizar a sucata
recolhida, montar murais com a mesma e fixá-los em locais de grande
movimentação turística, a fim de sensibilizar o turista sobre o
problema: lixo.

Pesagem do lixo recolhido
• Levantar as características e carências das comunidades costeiras,
assim como seu perfil sócio-ambiental para a implementação da
Expedição Mistralis - Velejando e Conscientizando.

Manguezal da Ilha do Goió - BA
• Registrar, através de fotos, vídeos e relatórios a realidade das
comunidades por onde passar a Expedição Mistralis. Denunciar os
principais problemas das comunidades.

Entrevista para a Rede Globo
6 – METODOLOGIA SOCIAL
1.
Estudo prévio da realidade das comunidades por onde a Expedição irá
trabalhar. Esse estudo será feito por meio de visitas e reuniões com
os coordenadores de cada comunidade
2.
Briefing com os coordenadores das escolas e comunidades.

3.
Palestras sobre o meio ambiente com educadores ambientais formados
em Ciências Biológicas, Oceanografia, Filosofia, Pedagogia e/ou
Psicologia.

4.
Vídeos sobre preservação ambiental.
5. Aulas práticas em
campo (manguezais e praias).

6. Mutirão de coleta
de lixo.
7. Oficinas de
arte-reciclagem.
8. Dinâmicas de grupo.
9. Montagens de murais
onde ficam mensagens para que toda a comunidade perceba que é
necessário preservar o meio ambiente, de modo a evitar que o lixo
seja jogado indevidamente na natureza.

10.
Escolha de um líder em cada escola e comunidade que irá manter
contato com a Equipe Mistralis a fim de continuar com as atividades
de preservação do meio ambiente e permitir a monitoração da eficácia
do projeto.
7
– CRONOGRAMA E ROTEIRO
A Equipe Mistralis
pretende iniciar as suas atividades após obtidos os recursos
necessários para a expedição..
Em cada comunidade a Equipe
ficará em média 5 dias.
|
BA |
Caravelas |
Cumuruxatiba |
Trancoso |
Ilhéus |
Barra Grande |
Taipus de Dentro |
|
Maraú |
Tremembé |
Aratu |
Maragojipe |
Itaparica |
|
|
Cronograma |
Atividade |
|
Dia 1 |
Rio de
Janeiro a Cabo Frio a aclimatização da Equipe |
|
Dia 11 a 16 |
Caravelas -
atividades |
|
Dia 17 |
Caravelas a
Cumuruxatiba - travessia |
|
Dia 18 a 23 |
Cumuruxatiba
- atividades |
|
Dia 2 a 6 |
Cabo Frio a
Vitória |
|
Dia 24 |
Cumuruxatiba
a Caraíva - travessia |
|
Dia 25 a 30 |
Caraíva -
atividades |
|
Dia 31 |
Caraíva a
Trancoso - travessia |
|
Dia 32 a 37 |
Trancoso -
atividades |
|
Dia 38 |
Trancoso a
Ilhéus - travessia |
|
Dia 39 a 44 |
Ilhéus -
atividades |
|
Dia 45 |
Ilhéus a
Barra Grande - travessia |
|
Dia 46 a 51 |
Barra Grande
- atividades |
|
Dia 52 |
Barra Grande
- Taipus de Dentro - travessia |
|
Dia 53 a 58 |
Taipus de
Dentro - atividades |
|
Dia 59 |
Taipus de
Dentro a Maraú - travessia |
|
Dia 60 a 65 |
Maraú -
atividades |
|
Dia 66 |
Maraú a
Tremembé - travessia |
|
Dia 67 a 72 |
Tremembé -
atividades |
|
Dia 73 a 74 |
Tremembé a
Aratu - travessia |
|
Dia 75 a 80 |
Aratu -
atividades |
|
Dia 8 a 10 |
Vitória a
Caravelas - travessia |
|
Dia 81 |
Aratu a
Maragojipe - travessia |
|
Dia 82 a 87 |
Maragojipe -
atividades |
|
Dia 88 |
Maragojipe a
Itaparica - travessia |
|
Dia 89 a 94 |
Itaparica -
atividades |
8
- EQUIPE MISTRALIS
A Equipe Mistralis é composta
por profissionais de diferentes áreas, que se uniram em prol da
preservação do meio ambiente marinho, de pesquisas científicas e da
produção de audiovisual. A Equipe se divide em duas: uma
embarcada e outra que ficará em terra firme avaliando os resultados
obtidos ao longo da expedição.
A Equipe não se resume à
tripulação do veleiro, pois também conta com o apoio de cientistas,
pesquisadores, médicos, oceanógrafos, biólogos, geólogos,
engenheiros, educadores ambientais, nutricionista, preparadores
físicos, psicólogos, entre outros, que estarão monitorando a
Equipe embarcada e repassando as informações para os órgãos de
pesquisas e para as ONGs parceiras.
São profissionais que ajudaram e
ajudam a formatar e aprimorar o projeto, além de contribuirem
realizando os projetos de pesquisas científicas que a tripulação se
comprometeu a desenvolver.
Uma outra parte da equipe tem
mantido contato prévio com as escolas e comunidades nas quais serão
realizadas as atividades de educação ambiental, para a elaboração da
Cartilha Mistralis e para visitas às comunidades que serão
assistidas pela Expedição. Contudo isso não é suficiente para
a Equipe Mistralis, que dedicará dois dias para estudo in
loco da realidade de cada comunidade, tendo como estudo primário
às informações que estão sendo obtidas com a secretaria de meio
ambiente, de educação de turismo, além das Ongs e dos pesquisadores
locais.
Importante para o sucesso da
Expedição é o fato da multidisciplinariedade dos participantes,
que somam os saberes em prol da educação ambiental e da excelência
do projeto.
Os tripulantes da Expedição
Mistralis são:
Felipe Caire é formado em
Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, diretor
da Mistralis Treinamentos Experienciais a Vela, uma empresa de
treinamentos outdoor a vela. Possui MBA pelo IBMEC Corporate.
Fez diversos cursos sobre administração e educação ambiental,
enfocando a necessidade de preservação dos ambientes marinhos.
Caire veleja antes mesmo de nascer e possui mais de 50.000
milhas náuticas percorridas em expedições, treinamentos e ao
longo de toda sua vida a bordo de um veleiro. É o comandante do
veleiro Mistralis há mais de 15 anos com o qual percorreu mais
de 40.000 milhas, equivalentes a mais de uma volta ao mundo. É
Capitão Amador, comandante responsável por toda a organização da
expedição, por parte das pesquisas científicas, o
relações públicas da mesma, o mergulhador responsável pelos
mergulhos profundos e o autor do livro diário de bordo.
Marcelo Caire é formado em
Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,
Mestre em Engenharia Oceânica pela COPPE/UFRJ e doutorando em
Engenharia Oceânica pela mesma. Em sua área é um profissional de
destaque que já teve trabalhos apresentados na SOBENA (2004 e
2005), OMAE (2005-07-08), entre outras diversas publicações de
renome internacional. Foi um dos idealizadores das Expedições
Mistralis com origem 2005. Exímio velejador, é quem traz
equilíbrio ao veleiro Mistralis, sendo o responsável por toda a
navegação, pelas rotas e pela segurança da Equipe quando
em mar aberto. Também faz parte da equipe de mergulhos
científicos e contribui com sua grande sintonia com o mar nas
atividades de educação ambiental. Veleja, como seu irmão, antes
mesmo de nascer e tem por paixão o mar e o iatismo. Dedica-se,
ultimamente, a trabalhos sociais na área ambiental.
Karen Riecken veleja e tem
contato com o mar desde que nasceu, velejando em diferentes
classes por lazer e também em competições por diversos locais do
Brasil. Possui uma formação multi-cultural, morando 2 anos na
Suiça e visitando diversos países. É formada em gestão de
"Marketing e Vendas" pela Anhembi Morumbi e especializada em
comércio eletrônico. Trabalha com fotografia há 4 anos e tem
experiência em tratamento de imagens para assessorias, releases,
mídias on-line e impressas.
Maria
Adelia Pedro Caire, médica da rede municipal, estadual e
federal. Especialização em Psiquiatria pela UERJ e Psicanalista
pela International Psychoanalytical Association (IPA). Trabalhou
no Dep. Geral de Saúde Pública da SMS do RJ, recebendo diploma
de "Menção Honrosa" pelo trabalho realizado com as escolas do
ensino fundamental e médio. Coordenadora de Saúde Mental do Dep.
Geral de Saúde Pública da SMS do RJ, tendo elaborado o Programa
de Saúde Mental que foi desenvolvido nos Centro Municipais de
Saúde do RJ. Fundadora do trabalho em grupo com equipe
multidisciplinar do Dep. Geral de Assistência Hospitalar no
município do RJ. Tendo criado e dirigido 12 grupos no Hosp. Mun.
Miguel Couto. Realizou trabalho de prevenção junto à Associação
de Moradores da Favela da Rocinha. Velejadora há mais de 30 anos
e com vasta experiência no mar. É a responsável pelo trabalho de
"Médica de Família do Mistralis".
Michael
Gonçalves Junkes é técnico em Processamento de dados, formado
pela OPET-PR, Técnico em mecânica formado pela Escola Técnica
Tupy- SOCIESC, e graduando em Tecnologia mecatrônica pela UTFPR
(Universidade Tecnológica Federal do PR). Também possui formação
militar, sendo Segundo Tenente da reserva, do quadro especial de
material bélico (QMB) da 5ª RM/DE. Autodidata em diversas outras
áreas, principalmente as relacionadas a tecnologia e meio
ambiente. Profissionalmente atuou na área de desenvolvimento de
produtos e processos, além de projetos mecânicos.
Educadores
ambientais – mais dois educadores ambientais farão parte da
Equipe Mistralis. Todas as pessoas supracitadas não estão
recebendo nenhum tipo de auxílio de nenhuma empresa e se uniram
para promover a educação ambiental e a preservação do meio
ambiente pelo Brasil.
9
– COMUNICAÇÃO DO PROJETO
A
comunicação da Expedição será feita das seguintes formas:
• Plano de mídia avaliado
em 3 vezes o valor do projeto.
• Matérias em jornais, televisão, revistas, rádios e Internet.
• Adesivos fixados no veleiro Mistralis.

• Participação de regatas.
• Distribuição de folder em todas as comunidades, cidades, clubes e portos
por onde a Expedição passará.
• Uniforme.
• Impressos (folder, banner, etc).
Ao ser
divulgado, o projeto associará suas ações nas reportagens que forem
feitas, contudo fica a encargo da redação de cada mídia a divulgação.
Por ser um projeto inovador (equipe embarcada a bordo de um veleiro a
percorrer o litoral do Brasil em prol da educação ambiental) e por já
ter realizado a Expedição Mistralis – Velejando e Conscientizando em
2005, com bastante mídia espontânea, a próxima expedição é sinônimo de
boas matérias.
Uma forma
alternativa de promover a Expedição é participação do maior número
possível de regatas, a fim de promover a marca dos patrocinadores e
divulgar preservação do meio ambiente. A propaganda nas regatas será
realizada através da distribuição de folder e dos adesivos fixados no
casco e nas velas do veleiro Mistralis.
A principal empresa
patrocinadora terá sua logomarca afixada em todas as peças impressas do
projeto e deverá ser mencionada como patrocinadora em entrevistas,
artigos e outras peças de difusão e promoção do projeto.

...
Esse é
apenas o esboço do que pretendemos fazer, continuamos na luta para
conseguirmos o patrocínio para essa Expedição.
Enquanto isso continuamos com nossas atividades e convidamos vocês a
fazerem um curso de vela ou um charter com a Equipe Mistralis.
Visite:
www.mistralis.com